YOUTUBE É A PRINCIPAL MÍDIA SOCIAL SOBRE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO

Semestralmente, em maio e novembro de cada ano, renovamos as ondas das pesquisas com consumidores que reformaram seus lares no último ano, sendo que parte dos entendimentos é aberto em artigos e apresentações, e, outra parte é sigilosa e dividida entre os respectivos assinantes Fundação de Dados, que inserem entendimentos exclusivos sobre produtos, marcas e demais assuntos de interesse específico.

Na Pesquisa 1 | 2022, realizada em maio, entrevistamos 1.022 consumidores que haviam realizado obras/reformas residenciais, predominantemente, entre maio de 2021 e abril de 2022, e, entre os entendimentos do painel, perguntamos: “No período de planejamento da obra/reforma (antes de iniciá-la), quais foram os principais meios utilizados para pesquisar e comparar informações dos materiais de construção?”.

As Lojas físicas de materiais de construção reinam absolutas, mesmo na fase anterior às compras, utilizadas para pesquisas por 69,1% dos entrevistados, demonstrando a importância da experiência física no segmento de materiais de construção, a despeito da tão propalada aceleração digital dos últimos anos.

Porém, em seguida, surgem os meios digitais e aplicativos, em ordem: E-commerce de materiais de construção/site das empresas fabricantes (fundimos ambos, pois um número significativo de respondentes confunde sites e e-commerces), com 49,2%; YouTube, com 39,2%; Instagram, com 23,3%; Pinterest, com 22,7%; aplicativos de construção e reforma para smartphones/tablets, com 21%, e, apenas para ficarmos nos principais, Facebook, 18,8%.

Apenas para efeito de curiosidade, ao lado do Facebook, surgem os velhos e bons tabloides de ofertas de materiais de construção, com 18,5%.

Mas, retomando as mídias sociais, mais especificamente o YouTube, nos recortes por classes sociais, destaque para a utilização na classe A, com 47,6%; nos recortes por regiões, destaque para os nordestinos, com 46,3%, e, nos recortes por faixas etárias, para os jovens (24 a 30 anos), com 41,7%.

Mais uma curiosidade: em todos os recortes o YouTube é a principal mídia social, exceto na região Centro-Oeste, onde é superado pelo Instagram (significativamente puxado para cima pelo Distrito Federal, enviesando o resultado da região).

No próximo artigo aprofundaremos essa análise, respondendo à seguinte pergunta: “Que tipo de informações você, principalmente, buscou no YouTube?”.

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