BRASILEIROS PREFEREM REFORMAR AMBIENTES ÍNTIMOS A AMBIENTES SOCIAIS

Estamos entregando para nossos clientes a Pesquisa 1 | 2022, que entrevistou 1.022 consumidores de materiais de construção que realizaram obras/reformas residenciais, predominantemente, entre maio de 2021 e abril de 2022.

Nessas pesquisas semestrais, dividimos o questionário de cada onda com nossos clientes, que introduzem entendimentos exclusivos e sigilosos, entregues in company. Outra parte do questionário, é composta por entendimentos gerais, ligados direta ou indiretamente à jornada de compra dos materiais de construção, abertos em artigos e apresentações.

Vamos, a partir de hoje até dezembro, levantar nos artigos os aspectos mais relevantes dessa jornada de compra, incorporando uma expertise adquirida desde 2014. Ou seja, esse é um processo de investigação filtrado pelo melhor de todos os juízes: o tempo.

Na Pesquisa 1 | 2022 (realizada em maio), do total de 1.022 consumidores que realizaram obras/reformas residenciais no último ano, 63,1% reformaram o (s) quarto (s), o principal ambiente nessa onda, seguido pelo (s) banheiro (s)/lavabo (s), com 61,9%.

Já, na onda anterior, Pesquisa 1 | 2021 (realizada em maio), do total de 1.021 consumidores que realizaram obras/reformas residenciais no último ano, 64,6% reformaram o (s) banheiro (s)/lavabo (s), o principal ambiente nessa onda, seguido pelo (s) quarto (s), com 63,1%.

E, para nos restringirmos apenas as três últimas ondas, Pesquisa 1 | 2020 (realizada em maio), do total de 1.021 consumidores que realizaram obras/reformas residenciais no último ano, 63,9% reformaram o (s) quarto (s), o principal ambiente nessa onda, seguido pelo (s) banheiro (s)/lavabo (s), com 56,6%.

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Frisamos que os dados apresentados dizem respeito aos resultados ponderados Brasil, logo, refletem uma tendência comportamental nacional, a despeito das variações regionais e por classes sociais (que não alteram a leitura). Se, em três anos obtemos resultados similares (com naturais oscilações), consideramos isso um padrão comportamental.

Assim, na média dos últimos três anos, considerando os ambientes estimulados, quarto (s) aparece como o mais reformado, com 63,4%, e banheiro (s)/lavabo (s), o segundo, com 61%. Num pelotão intermediário, surgem sala (s), com 53%, e copa/cozinha, com 51,2%.

Por fim, apenas relativamente à Pesquisa 1 | 2022, quem reformou o ambiente quarto o fez, em média, em 1,8 quarto, e quem reformou o ambiente banheiro/lavabo o fez, em média, em 1,4 banheiro/lavabo, aumentando ainda mais a importância desses ambientes para a indústria das obras/reformas residenciais.

Interessante refletirmos que, um país que se notabiliza pela sociabilidade de seu povo, no que concerne ao lar, prioriza melhorar os dois principais ambientes íntimos, ao invés dos dois principais ambientes sociais.

Newton Guimarães - Head

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