WHATSAPP EM MATCONS É MAIS EXPRESSIVO NA CLASSE A, JOVENS E SUL

Este artigo complementa o anterior, Cresce apoio do Whatsapp para vendas de materiais de construção, quando constatamos, em números, o quanto essa mídia social tem sido importante para apoiar as vendas de materiais de construção para consumidores finais.

Agora, então, vamos avaliar nos recortes por classes sociais, regiões e faixas etárias, quais se destacam, e o que isso pode significar, em termos de tendências.

Recapitulando, na Pesquisa 1 | 2022, realizada em maio, com 1.022 consumidores de materiais de construção que realizaram obras/reformas residenciais, predominantemente, entre maio de 2021 e abril de 2022, 55,2% dos entrevistados utilizaram o WhatsApp para apoio às compras (independentemente do tipo de loja utilizada).

Nos recortes por classes sociais, a classe A puxa para cima sua utilização, com 65%, seguida pela classe B, com 55,4%, e pela classe C, com 54,5%.

Nos recortes por regiões, o Sul puxa para cima sua utilização, com 63,1%, seguido pelo Centro-Oeste, com 58,4%; Sudeste, com 54,2%, e pelo Nordeste, com 41,5%.

Por fim, nos recortes por faixas etárias, os jovens (24 a 30 anos) puxam para cima sua utilização, com 65,1%, seguidos pelos jovens maduros (31 a 39 anos), com 57,9%, e pelos maduros (40 + anos), com 41,3%.

Podemos levantar a hipótese de que o WhatsApp atende às necessidades dos sulistas, consumidores sabidamente mais exigentes sobre sistemas construtivos e materiais de construção, e, em linha, à classe A, notórios early adopters (pessoas mais receptivas à experimentação de novidades), com capacidade, assim, de indicar tendências mercadológicas que se expandirão para outras classes sociais.

Já, os jovens, só fortalecem o fato de que o WhatsApp veio para ficar.

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